Inquérito da Operação Sem Desconto aponta esquema de descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas por meio da Conafer.
Investigações apontam que parlamentar atuava como articuladora política, enquanto grupo pagava propina a servidores para viabilizar descontos ilegais em aposentadorias
Ex-presidente do INSS foi preso e PF vê também participação de ex-ministro no governo Jair Bolsonaro.
Relatório indica que Ahmed Mohamad Oliveira, ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro, autorizou repasses ilegais e recebeu vantagens indevidas.
Stefanutto foi preso nesta quinta-feira (13) em operação da Polícia Federal. O esquema pode ter desviado R$ 6,3 bilhões, segundo a PF.
Samuel Chrisostomo, contador da Conafer, indicou endereço no DF como sede de uma empresa dele. No local, porém, funciona uma igreja
José Carlos Oliveira é alvo de mandado e pode usar tornozeleira; ex-presidente do INSS é preso.
Stefanutto foi demitido do cargo em abril, após o escândalo se tornar público. PF cumpre 10 mandados de prisão nesta quinta (13).
As equipes executam 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares em 15 estados
Sessão da CPMI do INSS é marcada por tensões e bate-boca entre Alessandro Stefanutto e Alfredo Gaspar. Entenda o que motivou as suspensões e o pedido de desculpas.
Na mesma ação, foram presos Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o "Careca do INSS", e o empresário Maurício Camisotti.
CGU afirma que INSS sabia de fraudes em aposentadorias desde 2019, mas não agiu. Entenda o caso e as investigações em curso.
Cpi do INSS aprova convocação de ex-presidentes do instituto para depor sobre fraudes. Saiba quem são os convocados e o que esperar dos depoimentos.
Resposta de Alessandro Stefanutto chegou apenas nesta semana, mas foi assinada em abril. Pouco depois, a PF revelou descontos bilionários indevidos
A investigação aponta que as irregularidades começaram em 2019, durante a gestão de Jair Bolsonaro, e prosseguiram nos últimos anos.
Depois de escândalo de corrupção no INSS, saída do ministro ficou inevitável
Presidente licenciado do PDT, Lupi estava desde o início do governo, há dois anos e quatro meses, à frente do ministério que tem o INSS em sua estrutura.
Waller foi nomeado nesta quarta-feira (30), após a demissão de Alessandro Stefanutto, motivada por investigações da Polícia Federal sobre fraudes no INSS.
O prejuízo estimado pode chegar a R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.
Dado foi repassado para o INSS, como recomendação para suspender os descontos, mas nada aconteceu. Movimentações inconsistentes foram identificadas desde 2018.
Após operação da PF e afastamento do presidente do instituto, ministro lidera a busca por um nome capaz de recuperar a confiança na Previdência
Ação resultou na apreensão de carros de luxo — incluindo uma Ferrari e um Rolls-Royce — além de joias, quadros, relógios e grandes quantias em dinheiro vivo
Segundo dados da CGU e do INSS, os valores que já foram lançados neste mês não serão repassados às entidades, mas sim devolvidos no próximo contracheque.
A exoneração foi formalizada por Miriam Belchior, secretária-executiva da Casa Civil, que ocupa o posto durante as férias do ministro Rui Costa.
O presidente deu a ordem ao ministro Carlos Lupi, que resistiu e defendeu o presidente do INSS em coletiva à imprensa